As coisas mudaram, mudaram muito mais do que já se podia imaginar antes. Cada dia que passa algo acontece. Cada vez que o telefone toca a historia é repetida, mas sempre um pouco diferente , de acordo com o nível de parentesco.
Já faz um mês.
Cada dia que passa uma nova reclamação. Ela diz que não há amor, não há atenção, mal sabe ela. Ela alega não darmos a minima , mal sabe ela o que se passa. Mal sabe ela quantas lagrimas já foram derramadas, mal sabe ela a tamanha preocupação de cada um. Ela não sabe quantas orações ela já esteve presente, quantas missas citaram seu nome, quantas pessoas perguntaram sua situação. Ela não sabe e se soubesse já não da para saber se mudaria.
Não é fácil. Não é. As lagrimas não ajudarão. A ajuda tem que ser reciproca.
Desespero já é pequeno.
"Ela não parece a mesma pessoa" - todos questionam aquela mulher cheia de vida, cheia de historias, de viagens e fofocas. Cade? Talvez, nem ela saiba.
As forças, não só dela, estão no fim. Mas o medo maior é o de acabar. Desistir... Não.
E mais uma vez, só nós resta pedir para essa força superior, para Deus, para ela, para todos nós, podermos mudar algo, para que ela possa um dia voltar a ser quem era, estar onde estava, viver como vivia.
Saudade! Se ela soubesse tudo que esta aqui dentro... Se eu pudesse saber tudo o que está lá dentro...
Talvez ela nunca saiba, mas o esse amor já nem tem tamanho de tão grande.
Talvez ela nunca saiba, mas o esse amor já nem tem tamanho de tão grande.
Nenhum comentário:
Postar um comentário