Depois da uma da manha nada que me vem a mente é algo sumamente bom. Como o bem para Agostinho, minhas ideias parecem totalmente corruptíveis nas madrugadas.
Se já não bastasse toda inconsistência das ideias, depois das duas a minha cabeça transborda palavras. Mas não só palavras. De todas aquelas perguntas feitas por uma semana inteira, todas as duvidas, os talvez... toda aquela dualidade disfarçada de pergunta, depois das três vem a tona. Como se apostassem corrida, as respostas, os desejos, as duvidas e os lampejos correm e recorrem a minha mente de uma unica vez para se entregarem, se redimirem. Na maioria das vezes tarde demais.
Se já não bastasse toda a inconsistência diária, a confusão rotineira... depois das quatro meu mundo já não sabe onde esta sua cabeça, os pés não estão no ar pelo simples fato de não saber onde ele esta.
A madrugada nunca foi minha.
Antes de se perguntar: São 2:00 da manha.
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