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domingo, 27 de julho de 2014

A noite caí

Fica mais fácil falar de nós quando tem distância,  quando a dor bate na porta junto com a saudade.

Menino, não,  meu menino!
Passaram umas porções de 30 dias doa quais eu tenho o privilégio de dormir e acordar ao teu lado. Abrir os olhos e sentir teus lábios tocando os meu acompanhados de um sonoro "bom dia'.
Essa rotina chegou ao fim, mas o ampr só cresce.

Você me pergunta pelo que em você me apaixonei... e aqui te digo: me apaixonei por voce sendo você,  pelo jeito que reclinava o pescoço pra trás sorrindo, como me fazia sorrir, como (frustado) tentava me fazer cócegas e principalmente toda vez que dizia tchau e logo após me ganhava as lágrimas.  Hoje não é diferente,  você saiu do carri com toda sua marra matinal, diferente dos outros domingos nao me deu um beijo de despedida pelo qual esperei, e se pões a caminhar ao trem enquanto eu refletia nosso discussão anterior e quanto eu amava aquele cara que se distanciava do carro. Normal. Até que a noite cai e na cama você não esta ao meu lado. Dói, e chorando eu te ligo pra lembrar o quão não faz mais sentido não te ter ao meu lado.

Nunca vá, nunca desista. Persista. Meu menino.

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